quinta-feira, 8 de julho de 2010

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Mapa das conclusões

História em Quadrinhos...




História em quadrinhos



O cérebro de crianças superdotadas amadurece mais tarde
Desenvolvimento diferenciado do córtex pode ser a chave de QI elevado.

Crianças com QI elevado têm padrão de desenvolvimento cerebral diferente das demais
Recentemente neurologistas da equipe de Philip Shaw, do Instituto Nacional de Saúde Mental, em Bethesda (em Maryland, Estados Unidos), concluíram que a inteligência pode estar mais relacionada ao desenvolvimento do cérebro na adolescência do que propriamente ao seu tamanho. Em um experimento feito por Shaw eles compararam exames de ressonância magnética por imagens para demonstrar que o cérebro das crianças com QI elevado tem um padrão de desenvolvimento diferenciado.

Foram acompanhadas 307 crianças e jovens entre 5 e 19 anos. No início da pesquisa eles foram divididos em três grupos, segundo o desempenho que alcançaram no teste de QI: jovens com QI elevado (ou superdotados), jovens com QI mediano e, por fim, os menos dotados. Para acompanhar a evolução do estudo, a cada dois anos foi realizada uma nova ressonância magnética.

Nas crianças com QI elevado, o córtex cerebral, a princípio, se mostrou mais fino e, depois, engrossou rapidamente. Seu auge ocorreu entre os 11 e 12 anos, antes que voltasse a se contrair de forma repentina na adolescência. Esse padrão de desenvolvimento não condiz com o que em geral acontece. Em média, o córtex cerebral atinge sua espessura máxima quando a criança chega aos 8 anos. O córtex, a camada mais externa do cérebro, é o centro de várias funções nervosas elaboradas como os movimentos voluntários. Segundo Philip Shaw, as mudanças são sutis e ainda reservam alguns mistérios, pois nada explica o que leva uma criança a ter um córtex mais grosso ou mais fino.

O experimento é mais um a confirmar que, em se tratando de cérebro, tamanho não é documento. Um órgão maior não significa necessariamente mais inteligência. O que importa mesmo é a sua organização interna e como ocorrem as conexões entre as áreas cerebrais.

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/o_cerebro_de_criancas_superdotadas_amadurece_mais_tarde.html
Mistérios da memória dos bebês
Até os 9 meses as recordações são fragéis, perdem-se logo devido à imaturidade cognitiva
por Graziela Costa Pinto

Retenção de lembranças depende de maturidade cognitiva
Os bebês memorizam. Se não se lembram de nada antes dos 3 anos é devido à dificuldade de reter as informações nesse período. Esse fenômeno intriga pesquisadores e tem suscitado pesquisas como as da neurocientista americana Patrícia Bauer, da Universidade Duke, e da psicóloga Lisa Oakes, da Universidade da Califórnia, apresentadas este ano na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em São Francisco.

Os estudos revelam que na amnésia infantil o processo de esquecimento supera a capacidade de formação de memórias. Segundo Bauer, memórias são constituídas com base em complexa rede de estruturas cerebrais que se desenvolvem aos poucos, em diferentes regiões do cérebro infantil. Entre 6 e 18 meses essas estruturas vão se ligando umas às outras. Nesse período os bebês adquirem grande habilidade para formar memórias de curto e longo prazo. Até os 9 meses, porém, as recordações são frágeis; perdem-se logo devido à imaturidade cognitiva. Já as crianças de 2 anos memorizam eventos por mais tempo. No lugar de lembranças de apenas um dia, recordam coisas experimentadas um ano antes. A maior capacidade de memorização coincide com a aquisição progressiva das noções de eu (aos 8, 9 meses), de tempo e espaço. Para Oakes, bebês captam e entendem grande parte de informações que recebem, mas não as absorvem por completo.

Os experimentos de Bauer incluíram testes com blocos ilustrados e medições eletrofisiológicas. Após observar como eram montados, os bebês imitavam a tarefa. A partir de então, recebiam os mesmos objetos. O objetivo era testar a duração da memória e até que ponto retinham a informação sobre a montagem do jogo. Já Oakes, levando em consideração que os bebês tendem a se ater mais a coisas novas que a conhecidas, mediu o interesse por objetos; quanto tempo retinham na mente aqueles anteriormente apresentados.

Segundo Lia Bevilaqua, do Centro de Memória do Instituto de Pesquisas Biomédicas da PUC-RS, isso demonstra que, ao contrário do que se acreditava, crianças com menos de 1 ano têm capacidade de evocar memórias episódicas e autobiográficas, e ao final do segundo ano de vida a habilidade para formar e expressar memórias de longa duração já está quase completamente desenvolvida.”

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/misterios_da_memoria_dos_bebes.html
Memórias estressadas: Um pouco de agitação pode até fortalecer a memória. mas, depois de uma situação prolongada de stress, o cenário mental já não é tão satisfatório.

Para entender como o stress afeta a memória, vamos a alguns dados básicos sobre como as memórias são formadas (consolidadas), como são recordadas e como podem desaparecer.

A memória não é monolítica: pode ter vários "sabores". Uma dicotomia particularmente importante é a entre memórias de curto e longo prazo. Com a primeira, você lê um número de telefone, corre pela sala antes de esquecê-lo e martela os dígitos. Depois o número se perde para sempre.

Já a memória de longo prazo é a que você usa para se lembrar do que comeu no jantar de ontem, quantos netos tem ou onde fez a faculdade.

Outra distinção importante é entre memória explícita (também conhecida como declarativa) e implícita (que inclui um subtipo importante, a chamada memória processual), memória explícita se refere a fatos e eventos, ao lado de sua percepção consciente de sabê-los: sou um mamífero, hoje é segunda-feira, meu dentista tem sobrancelhas grossas.

Já as memórias implícitas processuais têm a ver com habilidades e hábitos, com fazer coisas mesmo sem ter de pensar conscientemente nelas: mudar as marchas do carro, andar de bicicleta, dançar foxtrote. Com prática suficiente, essas memórias podem ser transferidas entre as formas explícita e implícita de armazenamento.

Assim como existem diferentes tipos de memória, áreas distintas do cérebro estão envolvidas no armazenamento e na recuperação de informações. Um dos lugares críticos é o córtex, a enorme superfície cheia de circunvoluções do cérebro. Outro é a região espremida logo abaixo de parte do córtex, o hipocampo. Se quiser uma metáfora computacional totalmente simplista, pense no córtex como seu disco rígido, onde as memórias são guardadas, e no hipocampo como seu teclado, o meio que você usa para distribuir e acessar as memórias. Finalmente, estruturas do cérebro que regulam os movimentos do corpo, como o cerebelo, também estão envolvidas na memória implícita processual.

Agora, vamos aumentar a ampliação do nosso microscópio e examinar o que acontece no nível dos conjuntos de neurônios dentro do córtex e do hipocampo. O que sabemos é armazenado nos padrões de excitação de vastos conjuntos de neurônios - no jargão da moda, "redes" neuronais.

Tiramos partido dessas redes convergentes sempre que tentamos recordar uma memória que está na ponta da língua. Imagine que você esteja tentando lembrar o nome de um pintor, aquele cara, qual é o nome dele? "Era aquele cara baixinho com barba (ativando suas redes \\'cara baixinho\\' e \\'cara com barba\\'). Ele pintou aquele monte de dançarinas parisienses; não era o Degas (mais duas redes entram no jogo). Ah, lembra daquela vez em que eu estava no museu e tinha aquela gata que eu estava tentando paquerar na frente de um dos quadros dele... como era mesmo aquele trocadilho tonto sobre o nome do cara, aquele do nó no treco?". Com redes suficientes funcionando, você finalmente chega ao único fato que é a intersecção de todas elas: Toulouse-Lautrec.

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/memorias_estressadas_3.html
Vídeos educacionais podem ajudar a educar crianças pequenas?
Exposição precoce a estímulos visuais não aumenta capacidade cognitiva



Os autores de um estudo realizado na Universidade da Califórnia em Riverside alertam para o mito disseminado entre pais e educadores: a exposição precoce a certos estímulos sempre leva a um incremento da capacidade intelectual. O excesso de informação pode, até mesmo, ter efeito contrário. Muitos DVDs educacionais dirigidos a crianças entre 1 e 2 anos são vendidos com a promessa de melhorar o aprendizado da linguagem, mas a investigação mostra que essa afirmação não tem base científica. Para chegar a essa conclusão, pesquisadores realizaram estudo do qual participaram 96 crianças. Elas assistiram a vídeos educativos durante seis semanas e depois passaram por testes para avaliar a aquisição e memorização de palavras, com ênfase naquelas destacadas nos programas. De forma geral, os resultados não mostraram melhora no vocabulário. Os cientistas observaram ainda que as crianças com menos de 1 ano expostas a esse tipo de programa obtiveram resultados piores nos testes.


Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/videos_educacionais_podem_ajudar_a_educar_criancas_pequenas_.html
Quando o remédio é escrever
Efeitos terapêuticos de manter blogs atraem atenção de pesquisadores 
por Jessica Wapner





A busca por uma vida mais saudável pode ser um dos motivos do enorme aumento do número de blogs. Estima-se que sejam cerca de 3 milhões por todo o planeta. Cientistas e escritores há anos conhecem os benefícios terapêuticos de escrever sobre experiências pessoais, pensamentos e sentimentos. Mas, além de servir como um mecanismo para aliviar o stress, expressar-se por meio da escrita traz muitos benefícios fisiológicos. Pesquisas mostram que com a prática da escrita é possível aprimorar a memória e o sono, estimular a atividade dos leucócitos e reduzir a carga viral de pacientes com aids e até mesmo acelerar a cicatrização após uma cirurgia. Um estudo publicado na revista científica Oncologist mostra que pessoas com câncer que escreviam para relatar seus sentimentos logo depois, se sentiam muito melhor, tanto mental quanto fisicamente, em comparação a pacientes que não se deram a esse trabalho.


Pesquisadores empenham-se agora em explorar as bases neurológicas em jogo, especialmente levando em conta a explosão dos blogs. De acordo com a neurocientista Alice Flaherty, da Universidade Harvard e do Hospital Geral de Massachusetts, a teoria do placebo para o sofrimento pode ser aplicada a esse caso. Como criaturas sociais, recorremos a uma variedade de comportamentos relacionados à dor. A reclamação, por exemplo, funciona como um “placebo para conseguir satisfação”, afirma Flaherty. Usar o blog para “botar a boca no mundo”, expressar insatisfações e partilhar experiências estressantes pode funcionar da mesma forma.

Flaherty, que estuda casos como a hipergrafia (desejo incontrolável de escrever) e também o bloqueio criativo, analisa modelos de doenças que explicam a motivação por trás dessa forma de comunicação. Por exemplo, as pessoas em estado de mania (pólo oposto à depressão, característico do transtorno bipolar) geralmente falam demais. “Acreditamos que algo no sistema límbico do cérebro fomente a necessidade de a pessoa se comunicar”, explica Flaherty. Localizada principalmente no centro do cérebro, essa área controla motivações e impulsos relacionados a comida, sexo, desejo e iniciativa para resolução de problemas. “Sabemos que há impulsos envolvidos na criação de blogs, pois muitas pessoas agem de forma compulsiva em relação a eles. Além disso, o hábito de mantê-los atualizados pode desencadear a liberação de dopamina, os estímulos são similares aos que temos quando escutamos música, corremos ou apreciamos uma obra de arte”, diz Flaherty.


Os lóbulos frontal e temporal, que controlam a fala (centro dedicado à escrita está diretamente conectado ao cérebro), talvez tenham, também, um papel importante nesse processo. Lesões na área de Wernicke, localizada no lóbulo temporal esquerdo, por exemplo, resultam em fala excessiva e perda da compreensão da linguagem. Pessoas com afasia de Wernicke apresentam linguagem inarticulada e é comum escreverem constantemente. Tendo em vista essas características, Flaherty especula que alguma atividade nessa área poderia estimular o desejo de criar blogs.

Cientistas reconhecem, porém, que a neurobiologia da escrita terapêutica ainda apresenta muitos pontos obscuros. As tentativas de retratar o cérebro antes e depois de escrever renderam poucas informações, pois as regiões ativas estão localizadas em áreas muito profundas do sistema cerebral. “Estudos recentes com ressonância magnética funcional demonstraram que o cérebro trabalha de forma diferente antes, durante e depois de escrever”, observa o psicólogo James Pennebaker, da Universidade do Texas, em Austin. Mas o pesquisador e vários de seus colegas ainda são céticos quanto ao valor dessas imagens, pois são difíceis de reproduzir e quantificar.

O que se sabe é que a escrita ativa um conjunto de vias neurológicas – e vários estudiosos estão comprometidos em descobri-las. Na Universidade do Arizona, o psicólogo e neurocientista Richard Lane usa técnicas de imagem cerebral para estudar a neuroanatomia das emoções e a forma como elas são expressas. Nancy Morgan, principal autora do estudo publicado na Oncologist, pretende realizar novos estudos baseados na comunidade e ensaios clínicos sobre a escrita expressiva. Pennebaker continua a investigar a ligação entre a escrita expressiva e alterações biológicas, como uma melhor noite de sono, que são essenciais à saúde. “Acredito que o foco no sono é um dos mais promissores”, diz. Sejam lá quais forem as causas subjacentes, as pessoas diagnosticadas com câncer e com outras doenças graves estão buscando (e encontrando) cada vez mais conforto na blogosfera. “Sem dúvida criar blogs traz benefícios. E, diferentemente de um diário de cabeceira, os blogs oferecem o benefício adicional de atrair leitores receptivos, que viveram situações similares”, considera Morgan, que planeja incorporar programas de redação ao programa preventivo para pacientes de câncer.


fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/quando_o_remedio_e_escrever_2.html

Perguntas e Respostas



Como acontece o desenvolvimento do cérebro humano?

O desenvolvimento ocorre em múltiplas etapas, mas podemos resumi-las a três:

Etapa A, multiplicação de neurônios e conexões: esta etapa começa na vida intra-uterina e segue até, aproximadamente, dois anos de idade. Neste período, o número de neurônios aumenta bastante, bem como aumentam as sinapses entre os mesmo. O sistema nervoso forma um número enorme de conexões, várias delas pouco úteis. Aquelas que forem úteis serão selecionadas na próxima etapa. É importante mencionar que há evidências de surgimento de novos neurônios até pelo menos os vinte anos de idade, e que, em algumas regiões muito específicas, esta multiplicação de células ocorre durante toda a vida. Exemplo deste último caso é a estrutura conhecida como hipocampo, fundamental para a aprendizagem e a memória;

Etapa B, seleção de sinapses: esta etapa começa imediatamente após o nascimento (ou talvez até antes), mas torna-se o principal processo do desenvolvimento após os dois anos de idade. Aquelas conexões que se mostrarem úteis serão preservadas e reforçadas; as que não tiverem utilidade, por produzirem comportamentos sem valor adaptativo ao indivíduo, serão eliminadas. Neste processo, muitos neurônios morrerão, especialmente aqueles que tiverem a maior parte das suas conexões eliminada;

Etapa C, reforço: esta etapa ocorre ao longo de toda a vida do indivíduo e representa o reforçamento das conexões que estiverem sendo usadas.

É importante observar dois pontos. O primeiro é que, apesar do desenvolvimento estar representado acima como ocorrendo em etapas, os processos descritos ocorrem de maneira simultânea. Ou seja, no início da vida, os três estão ocorrendo, mas os eventos da etapa A são os mais relevantes. Posteriormente, os da B são mais importantes. Por fim, os da C são os que restam ativos.

O segundo ponto a ser observado é que uma das principais estruturas envolvidas na aprendizagem, o hipocampo, realiza todas as três etapas ao longo de toda a vida do indivíduo.

O que o educador necessita saber sobre este sistema?

Idealmente, o educador deveria conhecer:

a) a estrutura e o funcionamento dos neurônios;
b) o funcionamento das sinapses;
c) o papel dos neurotransmissores;
d) o papel das principais estruturas do sistema nervoso;
e) a relação entre estas estruturas e os principais problemas de aprendizagem ( como dislexia, discalculia, disgrafia...)


Qual a relação entre memorização e aprendizagem?

Memória e aprendizagem são inseparáveis, uma vez que os mecanismos neurais através dos quais aprendemos são os mesmos envolvidos na memorização. É importante ressaltar a divisão clássica entre as memórias declarativas (ou explícitas), para fatos gerais e episódios da vida do indivíduo, conscientemente acessadas, e as memórias não-declarativas (ou implícitas), para movimentos e hábitos e que pode ser acessada de maneira não-consciente, automatizada.

Uma proposta possível para compatibilizar esta classificação, característica das Neurociências, com os conceitos de memorização e aprendizagem, usualmente referidos pelos educadores é: a simples "memorização" para os educadores estaria associada às memórias declarativas; a "aprendizagem real", efetiva e desejada pelos educadores, dependeria da formação de memórias não-declarativas. Esta "ponte" é possível, pois as memórias não-declarativas incluem o conhecimento sobre "como fazer" as coisas.

Contribuição do Professor Lucas F. de Oliveira
Universidade de Caxias do Sul

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Os dois lados do cérebro

O cérebro humano é dividido em duas metades: lado direito e lado esquerdo.

Embora essas metades tenham uma estrutura muito parecida, algumas funções são de responsabilidade de um único lado.

Geralmente, o hemisfério (lado) dominante de uma pessoa se ocupa da linguagem e das operações lógicas, como fazer contas, estudar, escrever, etc. já o outro hemisfério controla as emoções e a criatividade.

A metade esquerda do cérebro comanda o lado direito do corpo, e a metade direita do cérebro comanda o lado esquerdo do corpo.

Desta forma, nós conseguimos pensar e nos movimentar ao mesmo tempo.

Vamos trabalhar com:

Como é constituido o cérebro humano? Como se dá o seu desenvolvimento?

O que o educador necessita saber sobre este sistema? Quais as relações sobre memorização e aprendizagem?

Há um refinado sincronismo entre como o cérebro se desenvolve e o que modela seu crescimento e maturação. É evidente desde a primeira infância que a estrutura e as conexões do cérebro são realmente esculpidas por numerosas influências ambientais e biológicas. Como o centro do pensamento, emoção, planos de ação e auto-regulação da mente e do corpo, o cérebro passa por um longo processo de crescimento, que de fato dura a vida inteira. Este desenvolvimento é mais intenso nos primeiros anos de vida, crescendo rapidamente através da infância, até a adolescència e no adulto jovem, e continua com diferentes fases de crescimento e mudança por toda a vida adulta;
O cérebro humano é particularmente complexo e extenso. Este é imovel e representa apenas 2% do peso do corpo, mas, apesar disso, recebe aproximadamente 25% de todo o sangue que é bombeado pelo coração. Se divide em 2 metades, o hemisfério esquerdo e o hemisfério direito. O seu aspecto se assemelha ao miolo de uma noz. É um conjunto distribuído de milhares de milhões de células que se estende por uma área de mais de 1metro quadrado dentro do qual conseguimos diferenciar certas estruturas correspondendo às chamadas áreas funcionais, que podem cada uma abranger até um décimo dessa área.